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Como a gestão de dados pode ajudar o setor de Energia Elétrica na adequação ao Cadastro Positivo

 

No último dia 18 de agosto, as concessionárias estatais e privadas de distribuição de energia elétrica passaram a fazer parte do Cadastro Positivo, conhecido como o “cadastro de bons pagadores” existente no Brasil desde 2011. O setor agora corre contra o tempo para se adequar a regulamentação. Isso significa integrar e enviar os dados dos consumidores com segurança para os birôs de créditos (Boa Vista, Quod, Serasa e SPC), responsáveis pela unificação e geração do cadastro.

 

Para quem não sabe, o Cadastro Positivo foi criado para ser uma base de consulta para facilitar a obtenção de linhas de crédito, uma vez que registra todas as informações sobre a pontualidade dos pagamentos realizados pelos consumidores mensalmente.

 

Segundo a ABRADEE (Associação Brasileira dos Distribuidores de Energia Elétrica) que reúne 41 concessionárias de distribuição de energia elétrica, atuantes em todas as regiões do país, a entrada das informações das concessionárias de energia elétrica no Cadastro Positivo será fundamental no benefício de milhões de brasileiros que ainda não possuem contas em bancos e agora poderão ter acesso a linhas de crédito com mais facilidade.

 

Isso acontece porque, embora muitas pessoas sempre foram pontuais no pagamento das suas contas de luz, os dados sempre foram excluídos do mercado de crédito e a avaliação das propostas sempre foi feita baseada nos seus históricos bancários. Sendo assim, uma vez que o cidadão não tem movimentação bancária, mesmo que seja bom pagador, não conseguia acessar empréstimos e financiamentos. O setor agora se une as instituições financeiras e empresas de telecomunicações, primeiros a fazerem parte do Cadastro Positivo.

 

O prazo para a entrada dos dados no sistema deve variar de empresa para empresa e vai depender da infraestrutura sistémica de cada uma delas, já que é responsabilidade das próprias companhias se adequarem as medidas de segurança no envio e recebimento dos dados, de ponta a ponta. O desafio agora é a urgência na adequação

 

Para isso será necessário o uso de softwares de transferência e integração de dados que garantam:

 

  • Segurança: as concessionárias vão depender da movimentação confiável dos arquivos de ponta a ponta com a integração em lote, diminuindo a dependência de transferências de FTP (File Transfer Protocol), pouco cofiáveis.
  • Controle e visibilidade: todo o processo deverá ter um rígido controle e governança sobre todas as transferências de arquivos, uma vez que serão milhares de dados. As transferências precisarão ser monitoradas e gerenciadas.
  • Rapidez e agilidade: a demanda será muito alta. Por isso, a rapidez e agilidade da tecnologia será fundamental em todo o processo.
  • Transferências de arquivos baseadas em “Edge”: será necessário lidar com arquivos grandes e de grandes volumes em diferentes formatos e protocolos.

 

Quer saber mais sobre a urgência da adequação das empresas do setor de Energia Elétrica, os benefícios para os consumidores e como a tecnologia vai auxiliar nesta demanda?

 

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